Encruzilhadas do caminho no rastro do sagrado: a teologia prática como hermenêutica da religião vivenciada

R. Ruard Ganzevoort

Resumo


A diversidade dentro da disciplina da Teologia Prática é tão grande que ela pode acomodar muitos contextos e desafios diferentes. Porém, o risco é que ela perca a sua coerência. Valendo-se de um leque de introduções recentes à Teologia Prática e de discussões continuadas na Academia Internacional de Teologia Prática, este artigo tenta descrever tanto o território comum como os principais pontos decisivos (ou as encruzilhadas no caminho) sobre os quais teólogos/as prático/as divergem. O território comum é descrito como “a hermenêutica da religião vivenciada”, que marca a distinção entre as ciências sociais da religião, por um lado, e outras disciplinas teológicas, por outro lado. As encruzilhadas no caminho consideram a definição da abrangência do objeto, como práxis e teoria teológica estão relacionadas, como o/a pesquisador/a se posiciona vis à vis o objeto e como se entende o público primário. Essa estrutura ajuda a esclarecer as complexidades do campo e a se posicionar naquele campo.


Palavras-chave


Teologia Prática; Metodologia; Religião vivenciada

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DOI: http://dx.doi.org/10.22351/et.v49i2.91

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