Sobre a verdade do Evangelho: algumas considerações

Enio R. Mueller

Resumo


Pergunta sobre as noções de verdade explícitas ou implícitas nos textos. O reconhecimento dos limites de uma noção puramente objetiva de verdade leva à proposição de uma verdade subjetiva. Ambas, porém, na opinião do autor, permanecem dentro de um âmbito comum, que é o de uma dialética interna da percepção da verdade como processo cognitivo. Com o auxílio das ciências cognitivas, o autor propõe uma noção de verdade ao nível não do processo cognitivo em suas externalizações de superfície, mas das metáforas fundantes das proposições cognitivas. Daí faz uma ponte para as parábolas do Novo Testamento, onde se ilustra a noção de verdade nas metáforas fundantes. A tese do autor é que a noção mais comum de verdade no Novo Testamento sustenta-se sobre a metáfora do caminho.

Palavras-chave


Verdade; Autoridade da Bíblia; Unidade luterana

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DOI: http://dx.doi.org/10.22351/et.v44i1.572

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