Globalização neoliberal: desafio para igrejas e cristãos

Silvio Meincke

Resumo


A economia de metas ruiu com a queda do muro de Berlim, e os defensores da economia de mercado, eufóricos, dançaram sobre as ruínas. Desde então, os Estados de bem-estar social europeus, construídos durante mais de século pelas lutas dos trabalhadores, estão sendo desmontados passo a passo pelas assim chamadas reformas, enquanto o neoliberalismo se apresenta como verdade única e se globaliza. Críticos da globalização neoliberal procuram demonstrar que ela concentra riquezas em proporções jamais vistas, despreza o meio ambiente, destrói as expressões culturais autóctones e deixa de cumprir as promessas de equilíbrio social e de redução da pobreza, além de forçar o retrocesso das conquistas mais caras da humanidade, como a democracia, os direitos humanos, as leis de proteção ao trabalho, a solidariedade. As igrejas, através dos seus organismos internacionais, participam do coro das vozes críticas e conclamam para resistir e buscar alternativas.


Palavras-chave


Globalização; Neoliberalismo; Igreja e problemas sociais

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DOI: http://dx.doi.org/10.22351/et.v47i1.469

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