A Feminização do HIV/AIDS: Narrativas que interpelam as estruturas de poder na sociedade e Igreja

Valburga Schmiedt Streck

Resumo


O artigo tem como objeto de estudos a feminização da epidemia do HIV e sua vinculação com as estruturas de poder que geram desigualdades de gênero e a crescente violência contra as mulheres e crianças. Através das narrativas das mulheres que vivem com o HIV é que se tem uma ideia do que signifi ca a vida de alguém depois de ter contraído o vírus, e também ajudam a apontar aspectos culturais que criam estigmas e exclusão social. Faz uma comparação com a feminização do HIV no continente africano e refl ete sobre a teologia prática feminista e o método narrativo. Entre as conclusões, aponta para uma teologia prática sensível às questões de gênero e cultura para desafi ar as estruturas de poder que se acomodam no mais privado das nossas vidas e provocam o silêncio e a lealdade do sistema familiar.

Palavras-chave


Feminização; HIV/AIDS; aspectos culturais; narrativas

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DOI: http://dx.doi.org/10.22351/et.v52i2.305

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