The diaconate and the diaconal work in Church of Sweden after the year 2000: development or backlash? To be ordained - a scene
[O diaconato e o trabalho diaconal na Igreja da Suécia depois dos anos 2000: desenvolvimento ou retrocesso?]

Ninni Smedberg, Katharina Nordin Norrfjärd

Resumo


A diaconia tem uma tradição longa e forte na Igreja da Suécia. Nos contextos ecumênicos, nossa igreja tem sido considerada pioneira em relação à diaconia. Desde 1987, e ainda mais contundentemente na carta dos bispos de 1990, o diaconado da Igreja da Suécia pertence e é parte do minstério uno e tridimensional da igreja. A intenção da carta parece ter sido firmar um forte vínculo entre a eucaristia e a diaconia. Nos ritos de ordenação há uma ênfase na conexão entre pessoas diaconais e Jesus Cristo. Hoje, o ponto de partida do diaconado é a eclesiologia. Poderíamos definir a tarefa da pessoa diaconal como a de transcender fronteiras – como uma ponte entre o trabalho diaconal entre as pessoas mais vulneráveis e oprimidas e a liturgia e o culto. A pessoa diaconal deveria conectar a periferia com o centro. Porém o diaconado tem experimentado uma certa resistência. Existiram e talvez ainda existam pessoas leigas como também pastores e pastoras que (mesmo que estimem muito as atividades diaconais) ainda não consideram o diaconado como uma parte essencial do ser da igreja. Ao lado disso, o desafio atual mais óbvio é a crescente brecha entre as pessoas ricas e pobres da nossa sociedade. As pessoas migrantes da UE estão sendo vistas mendigando nas ruas em todo o nosso país, pessoas muito pobres, principalmente da Romênia e da Bulgária. O fluxo crescente de pessoas refugiadas, principalmente da Síria, necessitando de tudo. Esse trabalho requer cooperação com a sociedade local assim como com ONGs e outras igrejas. Esse tipo de criação de redes e cooperação tem se desenvolvido rapidamente nos últimos anos. Existe um foco crescente na perspectiva baseada em direitos. A pergunta – desenvolvimento ou regressão – necessitará de uma resposta bifocal. Um grande desenvolvimento do trabalho diaconal que tem continuadamente se adaptado aos novos desafios, assim como um desapontamento – tanto ainda falta para ser implementado, a teologia expressa em documentos precisa ser colocada em prática. Faz parte da vocação da pessoa diaconal ser uma voz profética e crítica, para desafiar nosso próprio conforto na sociedade, assim como para apontar para uma igreja que (às vezes) está muito preocupada consigo mesma. Pode ser essa uma das razões porque o diaconado, na prática, não é facilmente aceito na estrutura da igreja?

Palavras-chave


Diaconia; Igreja da Suécia; Diaconado

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DOI: http://dx.doi.org/10.22351/et.v55i2.2614

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